Um cenário crescente hoje em dia é atribuição aos jogos que possuem algum tipo de violência o comportamento agressivo de certas crianças, o que pode criar uma imagem negativa aos jogos e que muitas das vezes não condizente com a realidade.
Uma solução para esse problema é a classificação indicativa, que incentiva a produção, porém limita seu público de acordo com o conteúdo da mídia. No entanto ainda existe a falta de informação e preconceito da sociedade a respeito dos jogos, que em alguns casos acarreta em decisões exageradas. Que foi o caso do jogo Counter-Strike que em junho de 2007 uma sentença judicial proibiu a comercialização e veiculação do jogo, alegando que o mesmo ensinaria táticas de guerrilha urbana para seus usuários¹.
O que na maioria das vezes a sociedade não leva em consideração é que os jogos eletrônicos exprimem uma manifestação intelectual, cultural ou artística que vai além dos atos violentos ou sexuais presentes.
¹17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, ACP nº 2002.38.00.046529-6, Juiz Federal Carlos Alberto Simões de Tomaz, 15 junho, 2007
Esta reação da sociedade se resumi a falta de informação. Uma criança pode ter um comportamento agressivo por diversos fatores, mas a culpa é primeiramente dos jogos eletrônicos na visão limitada de algumas pessoas.
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